- A Câmara de Oeiras entregou ao Ministério do Ambiente um estudo para uma obra na ribeira de Algés com o objetivo de travar cheias.
- A intervenção, orçada em 63 milhões de euros, pretende proteger a zona de inundações e melhorar a gestão de águas pluviais.
- O projeto inclui muro de contenção, sistemas de drenagem e zonas de retenção de água, integrado num plano de adaptação às alterações climáticas.
- A obra deverá avançar em várias fases para minimizar impactos na circulação e na vida dos moradores, com a expectativa de início ainda este ano.
- Considerada uma das maiores intervenções de proteção contra cheias na área metropolitana de Lisboa, reforça a aposta na prevenção e na resiliência frente às mudanças climáticas.
A Câmara de Oeiras informou ter entregue ao Ministério do Ambiente um estudo para a construção de uma obra na ribeira de Algés. O objetivo é travar cheias na zona e melhorar a gestão de águas pluviais. O custo apresentado é de 63 milhões de euros.
Segundo o documento, a intervenção prevê a construção de um muro de contenção, a instalação de sistemas de drenagem e a criação de zonas de retenção de água. A iniciativa integra um plano mais amplo de adaptação às alterações climáticas.
A obra deverá decorrer em várias fases, com foco na minimização de impactos na circulação e na vida dos moradores. Oeiras espera aprovação e início ainda este ano, reforçando a proteção da população e a resiliência da região.
Plano e objetivo
A intervenção na ribeira de Algés é apresentada como uma das maiores do género na área metropolitana de Lisboa. O projeto pretende consolidar a defesa contra cheias e contribuir para a gestão sustentável de cheias urbanas.
Desdobramentos esperados
A Câmara aponta benefícios em termos de segurança pública e de prevenção de desastres naturais, alinhados com estratégias climáticas locais. O Ministério do Ambiente deve avaliar o estudo para seguir com o processo de licenciamento.
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