- Um estudo na Acta Médica Portuguesa sustenta que 30% de cobertura arbórea pode reduzir em até quarenta por cento as mortes associadas ao calor urbano.
- Lisboa regista cerca de 16,8% de cobertura de árvores, abaixo da média das capitais da União Europeia.
- Segundo a Câmara Municipal de Lisboa, a cobertura é de 21,28% num relatório distinto, com ambição de superar os 30%.
- O artigo recomenda maior envolvimento dos cidadãos na plantação de árvores.
- Os dados são referenciados em comparação com outras capitais europeias e com bases da Agência Europeia do Ambiente.
Lisboa aparece longe da meta de 30% de cobertura arbórea, segundo uma análise publicada na Acta Médica Portuguesa. O estudo refere que a cidade tem 16,8% de árvores, o que reduziria em até 40% as mortes associadas ao calor urbano, se fosse atingido o objetivo ideal.
Os autores são três médicos portugueses em internato. A pesquisa contrasta com dados da Agência Europeia do Ambiente, que aponta a média das capitais da UE como superior, destacando a necessidade de acelerar a plantação de árvores na cidade.
A Câmara Municipal de Lisboa cita outro relatório com 21,28% de cobertura vegetal. A autarquia afirma ter a ambição de ultrapassar os 30% e avançar com medidas para ampliar o verde urbano.
Entre as recomendações, o estudo destaca o envolvimento dos cidadãos na plantação arbórea e a participação comunitária na gestão do espaço verde, visando aumentar a resiliência às ondas de calor.
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