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Capitania proíbe mergulhos na zona do antigo cais da Foz do Arelho

Capitania do Porto de Peniche fecha mergulhos na zona do antigo cais da Foz do Arelho por risco de detritos da demolição colocarem em perigo banhistas

Praia da Foz do Arelho
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  • A Capitania do Porto de Peniche interditou mergulhos na zona do antigo cais da praia da Foz do Arelho, por risco de detritos da demolição da estrutura.
  • A interdição foi publicada num edital nesta sexta-feira e prevê sinalização; o incumprimento pode implicar coimas entre 400 e 2.500 euros.
  • O cais, que se encontrava em elevado estado de degradação, já tinha sido alvo de uma intervenção da Câmara das Caldas da Rainha, com a demolição ocorrida em 2021 e a necessária autorização da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
  • O vereador Hugo Oliveira (PSD) acusa a Câmara de ter destruído o cais sem preparação adequada, enquanto a autarquia diz ter agido dentro da legalidade e que resíduos surgiram apenas depois da demolição.
  • O presidente da Câmara, Vítor Marques, informou que vão remover ferros encontrados, com intervenção da empresa responsável e uma vistoria com mergulhadores nas próximas duas semanas para verificar mais detritos.

A Capitania do Porto de Peniche interditou os mergulhos na zona do antigo cais da praia da Foz do Arelho, após intervenção do município. A decisão visa evitar riscos de detritos submersos provenientes da demolição da estrutura.

A norma de interdição foi publicada num edital, alegando degradação do cais e questões de segurança. O texto aponta o perigo de objetos submersos e de outras condições que podem colocar em causa a segurança dos banhistas.

A zona interditada fica na área do antigo cais, no concelho das Caldas da Rainha, na Foz do Arelho. A capitania garante que o local estará sinalizado e que o incumprimento pode implicar coimas entre 400 e 2.500 euros.

Interdição e responsabilização

O vereador Hugo Oliveira (PSD) criticou a autarquia das Caldas da Rainha, defendendo que a demolição ocorreu sem preparação adequada e sem contenção de resíduos. O político disse que a decisão atual é reflexo de falhas anteriores da Câmara.

O presidente da Câmara, Vítor Marques (independente), explicou que a demolição teve aval da APA e da capitania. Adiantou que surgiram ferros na área após a demolição e que já está programada uma remoção mecanizada dos resíduos, com vigilância de mergulhadores nas próximas duas semanas.

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