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Água insuficiente e erros na plantação reduzem 270 hectares de amendoal

Escassez hídrica e erros de plantação dizimam 270 hectares de amendoal, levando a De Prado Portugal a contratar estudo arqueológico antes do olival

O amendoal reduzido a estilhas
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  • A De Prado Portugal contratou uma empresa para fazer o levantamento arqueológico do terreno onde será instalado olival.
  • O grupo, com origem na Andaluzia, Espanha, pretende reforçar o compromisso com a salvaguarda do património antes de investir.
  • Em 2017, na Herdade da Torre de São Brissos, Beja, houve movimentação de terras para o amendoal que destruiu uma ponte romana e 18 sítios arqueológicos.
  • O amendoal não vingou naquela altura, e agora prometem realizar um estudo arqueológico antes de avançar com novos projetos.
  • A notícia refere que a água insuficiente e erros na plantação reduziram 270 hectares de amendoal.

O Grupo De Prado Portugal contratou uma empresa para realizar um levantamento arqueológico no terreno onde será instalado um olival. A operação visa evitar danos patrimoniais antes de avançar com o projeto agrícola.

A empresa, ligada ao grupo com origem na região de Andaluzia, Espanha, ficará responsável pela prospecção antes de qualquer movimentação de terra. A abordagem segue críticas de investimentos anteriores que desbordaram em património.

O terreno fica na Herdade da Torre de São Brissos, perto de Beja, região algarvia. A decisão foi tomada para assegurar compatibilidade entre produção agrícola e proteção de vestígios históricos.

Contexto histórico: em 2017, a mesma empresa deplaneou no local para plantar amendoal entre abril e agosto. A intervenção resultou na destruição de uma ponte romana e de 18 sítios arqueológicos, incluindo necrópoles, villas e vestígios de várias épocas.

Apesar do revés, o grupo comprometeu-se a realizar estudos arqueológicos prévios antes de qualquer nova exploração de solo. A meta é evitar repetição de impactos e respeitar o património local.

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