- A ONG Animal apresentou ao Ministério Público a morte de um tubarão-mako, de cerca de três metros, no porto de Rabo de Peixe, Açores, após ser espancado, conforme imagens partilhadas online.
- A organização enviou ofícios à Guarda Nacional Republicana (GNR), à Secretaria Regional do Mar e das Pescas, à Inspecção Regional das Pescas e à Câmara Municipal da Ribeira Grande, exigindo o apuramento rigoroso dos factos e a responsabilização dos aludidos.
- A Animal também acompanha o caso e espera consequências legais efetivas para os responsáveis.
- O PAN/Açores denunciou o caso, tendo referido que o vídeo, transmitido em direto nas redes sociais, mostra crianças a assistir à violência.
- A força política sublinha a gravidade dos factos, dado que a espécie está classificada como em perigo de extinção na lista vermelha da IUCN.
O grupo Animal anunciou ao Ministério Público a morte de um tubarão-mako com cerca de três metros no porto de Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel, Açores. A instituição afirma ter tomado conhecimento do caso por imagens que mostram o animal a ser espancado até à morte e a ser removido da água.
A ONG enviou, na sequência, ofícios à GNR, à Secretaria Regional do Mar e das Pescas, à Inspeção Regional das Pescas e à Câmara Municipal da Ribeira Grande. O objetivo é o apuramento rigoroso dos factos, a identificação dos responsáveis e a responsabilização correspondente.
O Animal também reportou o caso ao Ministério Público e assegura acompanhar o processo, esperando que a gravidade dos factos tenha consequências legais efetivas. O PAN/Açores já tinha manifestado repúdio pela violência associada à morte do tubarão, referindo que o vídeo foi difundido em direto.
Espécie em perigo de extinção
A força política salientou que o vídeo, difundido através das redes sociais, mostraaminar crianças presentes no momento do acontecimento. Indica ainda que podem estar em causa infrações administrativas e, potencialmente, crimes, dado o tubarão estar classificado pela IUCN como espécie em perigo de extinção. A nota reforça a necessidade de empatia para com a vida marinha e da atuação das autoridades competentes.
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