- Donald Trump é apresentado como negacionista das alterações climáticas, confundindo meteorologia com clima.
- O texto alerta para uma batalha menos visível, mas de impacto prolongado, contra a ciência do clima, além da crise no Médio Oriente.
- Os Estados Unidos são o segundo maior emissor de dióxido de carbono a nível mundial e, por pessoa, entre os que mais emitem.
- O país tem sido relutante em assumir compromissos de redução de emissões de gases com efeito de estufa.
- O negacionismo climático por parte de alguns líderes dos EUA é destacado como uma característica marcante.
Donald Trump é descrito como negacionista das alterações climáticas, tendo publicado mensagens que confundem meteorologia com clima. A notícia destaca esse posicionamento num momento de tensão geopolítica com o Irão.
O texto indica que o negacionismo climático persiste para lá das questões imediatas de política externa, com impactos globais. A relevância dos EUA para o clima é destacada pela massa de emissões de dióxido de carbono.
São apresentados dados: os EUA são o segundo maior emissor mundial de CO2 e, em termos de emissões por habitante, estão entre os mais elevados. O relatório aponta ainda para a relutância em assumir compromissos de redução de emissões de gases com efeito de estufa.
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