- O Banco Mundial e parceiros lançaram o programa Water Forward para levar água segura a um mil milhões de pessoas nos próximos quatro anos.
- O programa começa em 14 países com stress hídrico em África, Médio Oriente e Sul da Ásia, com foco em reduzir perdas nas redes urbanas, modernizar a irrigação e reutilizar águas residuais.
- O objetivo é assegurar segurança hídrica a 400 milhões de pessoas até 2030, com compromissos adicionais dos parceiros a elevar o alcance a mais de um mil milhões.
- Além do Banco Mundial, o consórcio envolve o Banco Europeu de Investimento, o Banco Asiático de Desenvolvimento, o Banco Interamericano de Desenvolvimento e o Novo Banco de Desenvolvimento.
- O projeto surge num contexto de escassez de água agravada pelas alterações climáticas, com mais de 2,1 mil milhões de pessoas sem água potável segura e 3,4 mil milhões sem saneamento adequado.
O Banco Mundial e outros grandes credores lançaram o Water Forward, uma iniciativa global destinada a melhorar o acesso seguro à água para mil milhões de pessoas nos próximos quatro anos. O projeto começa em 14 países de áreas com stress hídrico em África, Médio Oriente e Sul da Ásia.
A abordagem envolve mobilizar capital privado, apoio filantrópico e financiamento público para reforçar a gestão da água. O objetivo é tratar a água como recurso económico estratégico, em vez de um serviço público de baixo custo.
O Water Forward vai procurar reduzir perdas de redes urbanas, modernizar a irrigação, melhorar a reutilização de águas residuais e promover planeamento baseado em dados, com foco na resiliente hídrica das populações mais vulneráveis.
Objetivos e abrangência
O programa pretende assegurar segurança hídrica para 400 milhões de pessoas até 2030, avançando para mais de 1 mil milhões com compromissos adicionais dos parceiros. O consórcio envolve bancos de desenvolvimento como EBI, ADB, IDB e NDB BRICS.
Entre os participantes estão governos nacionais e entidades regionais, que serão incentivados a adotar modelos de financiamento que integrem privado, filantrópico e público. As mudanças climáticas aumentam o risco de secas e inundações no planeamento hídrico.
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