- O Governo vai investir 30 milhões de euros por ano para apoiar pastores e rebanhos que reduzam o risco de incêndios florestais, financiado pelo Fundo Ambiental, por cinco anos (total de 150 milhões de euros).
- O programa inclui um prémio de instalação de 30 mil euros para novos pastores, distribuído ao longo de cinco anos, com pagamentos de 8.400 euros nos primeiros três anos e 2.400 euros nos dois últimos.
- Estão previstas apoios à aquisição de animais (com majoração para raças autóctones) e à transformação de áreas de mato em pastagens.
- A iniciativa foi anunciada na Serra de Aire e Candeeiros, em Alqueidão da Serra (Porto de Mós, Leiria), pelos ministros da Agricultura e do Ambiente.
- O objetivo é atrair jovens pastores, aumentar o número de animais e a prática da pastorícia, reduzir a carga combustível e, assim, diminuir o risco de incêndios, promovendo também a biodiversidade e a coesão regional.
O Governo anunciou hoje um investimento de 30 milhões de euros por ano para apoiar pastores e rebanhos que contribuam para reduzir o risco de incêndios florestais. A meta é manter o programa durante cinco anos, com financiamento do Fundo Ambiental.
Na Serra de Aire e Candeeiros, em Alqueidão da Serra, Porto de Mós, os ministros da Agricultura e do Ambiente apresentaram o Programa de Apoio à Redução da Carga Combustível através do Pastoreio Extensivo. O objetivo é incentivar o aparecimento de novos pastores e o aumento da atividade pecuária na região.
O programa prevê um prémio de instalação de 30 mil euros, distribuído ao longo de cinco anos. Também contempla ajudas à aquisição de animais, com majoração para raças autóctones, e à transformação de áreas de mato em pastagem.
Os pagamentos aos novos rebanhos serão feitos em tranches: 8.400 euros nos primeiros três anos e 2.400 euros nos dois últimos. O ministro José Manuel Fernandes explicou que o programa soma 150 milhões de euros ao longo de cinco anos, sendo financiado pelo Fundo Ambiental.
Maria da Graça Carvalho destacou que a pastorícia já foi uma ferramenta de prevenção de fogos. A ministra sublinhou a intenção de atrair jovens para a profissão, aumentar o número de animais e fortalecer a economia local, sem perder de vista a proteção da paisagem e da biodiversidade.
A governante avançou que o acesso ao programa será simples. Foi dito que o desenho foi feito pela Agência para o Clima e pelo IFAP, com uma gestão mais ágil de pagamentos e avaliações. O objetivo é acelerar impactos ambientais, económicos e territoriais positivos.
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