- Cerca de 25 mil crias de truta fário foram libertadas no rio Âncora, numa ação do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), em parceria com a Câmara de Viana do Castelo.
- As crias foram libertadas em oito locais ao longo do rio, escolhidos por oferecerem melhores condições ecológicas para o crescimento e sobrevivência.
- Os reprodutores foram capturados no troço superior do rio, na freguesia de S. Lourenço da Montaria, e mantidos em cativeiro no Posto Aquícola do Torno (Ansiães, Serra do Marão, Amarante).
- A primeira prole de truta-de-rio proveniente do Âncora nasceu em 2023 (cerca de cinco mil exemplares); em 2024 houve reforço com mais quinze mil alevinos, seguindo a mesma metodologia.
- O projeto integra um modelo de conservação com vinte stocks de reprodutores de truta-de-rio na região Norte de Portugal, e pode abrir pesca controlada no futuro, se as populações aumentarem, com retenção de capturas para trutas com no mínimo vinte centímetros.
Cerca de 25 mil crias de truta fário foram libertadas no rio Âncora, numa ação do ICNF em parceria com a Câmara de Viana do Castelo. A libertação ocorreu no troço superior do rio, na vertente ocidental da Serra dArga, em oito locais escolhidos pelas suas condições ecológicas. A iniciativa visa preservar as características genéticas da população local e aumentar a probabilidade de sobrevivência dos alevins.
Os reprodutores foram capturados no troço superior do rio, na freguesia de S Lourenço da Montaria, e mantidos em cativeiro no Posto Aquícola do Torno, em Ansiães. A primeira progénie de truta de rio produzida no Âncora ocorreu em 2023, com cerca de cinco mil exemplares, seguida de reforço de 15 mil no ano seguinte.
Em um dos dois locais de pesca lúdica designados, o promotor aponta a possibilidade de futura abertura controlada à pesca, desde que haja aumento significativo das populações, com regras de retenção de capturas e tamanho mínimo de 20 cm.
Conservação e Metodologia
O ICNF gere atualmente 20 stocks de reprodutores de truta de rio, representativos da genética do Norte de Portugal, numa abordagem de introdução de alevins em fases precoces, que tem mostrado resultados positivos, incluindo exemplos no Parque Natural do Alvão.
A dirigente responsável pela área ambiental em Viana do Castelo, Fabíola Oliveira, destacou a disponibilidade do município para reforçar a cooperação com o ICNF, em gestão de habitats ribeirinhos, apoio técnico e educação ambiental junto das comunidades.
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