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Março traz indícios de El Niño no oceano

Março na Europa foi o segundo mais quente desde registos; sinais de El Niño ganham força, com o Pacífico a aquecer e o gelo Ártico em mínimos

Temperatura média da água do mar à superfície no oceano (excluindo os Pólos)
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  • Março de 2026 foi o segundo mês mais quente na Europa desde o início dos registos, e o oceano global continua a aquecer rapidamente.
  • O Copérnico indica sinais de El Niño a formar-se, com a temperatura da água do mar à superfície em março mais elevada do que em 2023, ano em que também houve El Niño.
  • Em Portugal, Fevereiro de 2026 foi o mês mais chuvoso dos últimos 47 anos, e março foi mais seco e quente noutras partes do mundo, com o Ártico a apresentar o menor gelo já registrado.
  • Cientistas consideram muito provável que, no fim do ano, se forme o El Niño típico, com a possibilidade de surgir um super El Niño, o que pode intensificar os efeitos.
  • O El Niño resulta do aquecimento das águas do Pacífico equatorial e pode alterar padrões de precipitação, secas, inundações, calor extremo, furacões e reduzir o gelo marinho.

O oceano global está a aquecer, com sinais claros de El Niño a formar-se este ano, segundo o Copérnico. Em março, a temperatura da água do mar à superfície manteve-se acima da média histórica, aumentando o risco de padrões climáticos more intensos.

Na Europa, março foi o segundo mês mais quente desde que existem registos. Em Portugal, fevereiro de 2026 foi o mês mais chuvoso dos últimos 47 anos, mas março trouxe mais seca em muitas regiões, com variações entre áreas ainda muito úmidas e outras mais secas.

Sinais de El Niño e impactos previstos

O Copérnico indica que a assinatura do El Niño já se nota na água do Pacífico equatorial, o que pode trazer mudanças na precipitação, secas e eventos extremos a nível global. Cientistas destacam que 2023 já teve um padrão El Niño forte, repetindo-se este ano com temperaturas recordeias no mar.

Especialistas afirmam que é provável o formar do El Niño até ao final do ano, como é habitual, com pico previsto para fim de ano. Um super El Niño, ocorrido uma vez a cada 10 a 15 anos, não está descartado, o que poderia intensificar os impactos climáticos em várias regiões.

Aquecimento da água no Pacífico ocorre quando as temperaturas sobem acima de dois graus Celsius em relação à média, disparando uma forte resposta atmosférica. Os efeitos podem incluir alterações na chuva, ventos, furacões e redução do gelo marinho.

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