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Governo admite sistema de reembolso para embalagens de vidro

Governo admite incluir o vidro no sistema de depósito e reembolso, sujeito a avaliação económica, à medida que o Volta entra em vigor para plástico e metal

A ministra do Ambiente admitiu juntar o vidro ao sistema de depósito e reembolso, que entrou esta sexta-feira em vigor para embalagens de plástico e metal
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  • O governo admite juntar o vidro ao sistema de depósito e reembolso (SDR), que entrou em vigor para embalagens de plástico e metal, com avaliação da vantagem económica frente ao ecoponto vidrão.
  • O SDR Volta está a aceitar embalagens de bebidas de uso único até três litros, com reembolso de 10 cêntimos por embalagem vazia colocada em máquinas automáticas.
  • As máquinas esmagam as embalagens e devolvem o valor; o objetivo é reciclar noventa por cento dos produtos abrangidos até 2029.
  • O vidro não está incluído no SDR, devido a diferenças no sistema e aos impactos de custo-benefício, com a ministra a preferir continuar a usar o vidrão por enquanto.
  • Existem investimentos em reutilização de embalagens via o Plano de Recuperação e Resiliência, bem como em fundos como Sustentável 2030 e programas regionais; o SDR está disponível em cerca de 2.500 máquinas e 8 mil pontos de recolha manual.

O Governo avança com a integração do vidro no sistema de depósito e reembolso, conhecido como Volta. A medida entrou em vigor hoje para embalagens de plástico e metal, com o objetivo de incentivar a reciclagem.

Na cerimónia de apresentação, a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, esclareceu que o vidro ainda não faz parte do SDR por questões técnicas e económicas. A avaliação do custo-benefício está em curso.

Como funciona

A partir de hoje, as embalagens de bebidas com o símbolo Volta, vazias, sem líquidos, com tampa e código de barras, podem ser depositadas em máquinas automáticas. A cada embalagem corresponde um reembolso de 10 cêntimos.

As máquinas aceitam embalagens de uso único em plástico e metal até 3 litros, com o processo de esmagamento que gera o retorno financeiro. O objetivo é recolher 90% dos itens abrangidos até 2029.

Situação atual e prazos

O sistema já está distribuído por 2.500 máquinas no país, com mais de 8 mil pontos de recolha e 48 quiosques para grandes volumes. Até 9 de agosto o SDR atua em fase de transição, permitindo a venda de produtos sem o logótipo Volta.

Contorno económico e ambiental

O SDR tem foco na reciclagem, mas a ministra sublinhou a necessidade de analisar o custo-benefício face ao atual ecoponto vidrão. Investimentos também prosseguem na reutilização de embalagens através do PRR e de programas operacionais do Fundo de Coesão.

Contexto europeu

O sistema Volta já está implementado noutros países europeus, com resultados significativos na redução de resíduos. Em Portugal, a avaliação da inclusão do vidro dependerá de como se compara a eficiência económica e ambiental com o sistema existente.

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