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Recuperação de diques no Mondego avança em várias frentes

APA avança na recuperação de diques no Mondego em Coimbra, com investimento de 20 milhões até 2027, incluindo montagem de peças pré-fabricadas e aterro até ao Choupal

Trabalhos sob o viaduto da A1 que colapsou na zona de Coimbra
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  • A Agência Portuguesa do Ambiente está a reparar estruturas danificadas junto ao rio Mondego, em Coimbra, após as cheias de fevereiro.
  • O investimento global é de 20 milhões de euros até 2027.
  • Em fevereiro o caudal foi superior a dois mil metros cúbicos por segundo, o que provocou a rutura de um dique e o colapso de um troço da Autoestrada 1, já reaberto.
  • Nesta fase, procede-se à montagem de peças pré-fabricadas no canal de rega e aos trabalhos de aterro do rombo e reparação do canal até ao Choupal.

A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) avança com a recuperação de diques danificados junto ao rio Mondego, em Coimbra. O objetivo é reparar estruturas danificadas após o elevado caudal ter provocada a rutura de um dique e o colapso de um troço da A1 em fevereiro. O investimento total envolve 20 milhões de euros até 2027.

As obras visam restabelecer o canal de rega e reduzir os impactos da intrusão de água no terreno agrícola e nas margens. Além da montagem de peças pré-fabricadas, estão a ser efectuados trabalhos de aterro para preencher o rombo existente e a reparar o canal até ao Choupal.

A intervenção é coordenada pela APA, com recurso a técnicas de engenharia para garantir a estabilização das estruturas. O tunelamento e os procedimentos de homologação devem permitir a reabertura segura de vias adjacentes, mantendo o controlo de cheias no futuro.

Progresso das obras

No arranque das ações, foram instaladas soluções temporárias para mitigar a passagem de água enquanto permanecem os trabalhos estruturais. A prioridade é proteger zonas agrícolas e reduzir riscos de novas roturas em períodos de cheias.

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