- O CACE – Centro de Coleção de Arte Contemporânea do Estado abre em 1 de julho, em Alcabideche, Cascais.
- O espaço reúne grande parte do acervo e revela bastidores da gestão, conservação e circulação da coleção.
- Pela primeira vez, grande parte do acervo fica num único edifício.
- A diretora e curadora Sandra Jürgens explica que a colecção vai continuar a descentralizar e a estar presente em todo o território, sendo “uma colecção de todos”.
O CACE Centro, espaço da Coleção de Arte Contemporânea do Estado, será inaugurado a 1 de julho em Alcabideche, Cascais. O novo edifício reunirá, pela primeira vez, grande parte do acervo numa única instalação.
Além de expor obras, o centro vai revelar os bastidores da gestão, conservação e circulação da coleção. O objetivo é facilitar o acesso e a compreensão do programa curatorial.
A direção do CACE é assegurada pela directora e curadora Sandra Jürgens, que aponta o movimento como uma descentralização permanente da coleção. A iniciativa visa levar a arte contemporânea a todo o território.
O que muda com o novo espaço
O espaço centraliza peças-chave da coleção do Estado, facilitando visitas e medições de conservação. A mostra agradece aos técnicos e aos parceiros que asseguram a circulação das obras.
A gestão dos ativos culturais passa a ocupar um único edifício, promovendo maior transparência sobre as escolhas de exposição e as atividades ligadas à conservação.
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