- O festival Air Invictus atraiu um milhão de pessoas nos três dias, com seiscentos mil espectadores junto ao Douro no domingo.
- Na Rua de São Marcos, famílias instalaram-se no pátio para ver o espetáculo, como numa festa de família.
- A casa de Joaquim Mota, com vista para o Douro, é tradicional casa de festas da família durante o evento.
- O gaiense de 75 anos afirmou que é muito agradável ver o espetáculo do pátio após ter visto o ensaio no dia anterior.
- A esposa, Manuela, preparou o almoço para treze pessoas e, como os vizinhos, aproveitaram a sombra do pátio para acompanhar as acrobacias.
Em casa e com vista para o Douro, o Air Invictus reuniu multidões ao longo de três dias. Segundo a organização, cerca de 1 milhão de pessoas assistiram ao festival, com 600 mil a acompanhar o espetáculo neste domingo, junto ao rio.
Quem vive na zona aproveitou a festa de forma intimista. Na Rua de São Marcos, famílias abriram as portas para receber primos e sobrinhos, transformando o pátio numa esplanada improvisada para ver os aviões em manobras.
À janela de casa, Joaquim Mota, Gaiense de 75 anos, acompanhou o evento com a família. O cenário habitual do Douro deu lugar a uma atuação aérea que se desenvolveu durante todo o fim de semana.
A família Mota recebeu 13 pessoas para o almoço, preparando o espaço exterior para não perder nenhum minuto do espetáculo. A sombra do pátio foi o refúgio escolhido para acompanhar as acrobacias.
Ainda que a celebração tenha decorrido entre casas e ruas, o Air Invictus manteve o foco no espetáculo. A organização sublinhou o impacto cultural e turístico do evento no Porto e áreas ribeirinhas, sem indicar mudanças adicionais para 2025.
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