- O festival Ciência na Rua regressa a Estremoz neste sábado, 20 de junho, com dezenas de cientistas e artistas a partir das 16h, até às 01h de domingo, no Rossio Marquês de Pombal.
- O Centro Ciência Viva de Estremoz organiza o evento em parceria com o município e a Universidade de Évora, com entrada livre e o centro da cidade fechado ao trânsito.
- O tema central é “sustentabilidade insustentável”, dividido em sete subtemas, incluindo Terra, Biodiversidade, Energia, Clima, Lixo e Desperdício, entre outros, com sete espectáculos diferentes.
- Haverá teatro, dança, música, circo, marionetas e atividades científicas práticas da Universidade de Évora, além de peças como Inânia, Heqet e Auto da Criação do Mundo.
- O festival termina com a parada luminosa Abysses, às 01h de domingo, e contam com artistas internacionais, como Nueveunu, de Espanha, e Rémue Ménage, de França.
O festival Ciência na Rua volta a Estremoz neste sábado, com dezenas de cientistas e artistas a ocupar o centro da cidade. O evento decorre a partir das 16h, no Rossio Marquês de Pombal, e prolonga-se até à 01h de domingo, com entrada livre. O Centro Ciência Viva de Estremoz promove a iniciativa em parceria com o município e a Universidade de Évora.
A nona edição reúne teatro, marionetas, circo, dança e animação de rua, aliadas a experiências científicas para o público. Investigadores da Universidade de Évora vão conduzir atividades práticas para explorar temas como energia, clima e biodiversidade.
Além das atividades interativas, o festival apresenta espetáculos de diferentes companhias, incluindo teatro de marionetas, performances de rua e circo. O programa procede à exploração de sete subtemas, entre eles Terra, biodiversidade, energia, resíduos e clima, com várias encenações e intervenções de artistas nacionais e internacionais.
Tema central e atividades
O tema geral é a Sustentabilidade insustentável, que orienta sete grandes blocos temáticos. Entre eles, obras de teatro de marionetas, como Auto da Criação do Mundo, e peças de agrupações de Vila Nova de Famalicão e de Sintra, que articulam ciência e arte para explicar conceitos científicos de forma acessível.
A iniciativa envolve ainda espetáculos de rua que interrogam o impacto humano no planeta, e experiências que ilustram como o consumo e o desperdício se refletem no ambiente. Grupos internacionais, incluindo artistas espanhóis e franceses, participam para abordar energia e ações futuras.
Encerramento e acesso
O festival encerra pela madrugada de domingo com uma parada luminosa que contempla questões sobre o futuro humano. O evento fecha o centro histórico ao trânsito, tornando-se uma oportunidade para a população conhecer, de forma direta, as várias áreas da ciência e da arte integrada.
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