- Manuel João Vieira tenta ir ao atelier quase todos os dias, entre a música e a política.
- Uma exposição no MAAT apresenta o artista, que joga com o passado e gosta de pintar paisagens.
- O pintor afirma que a prática o faz bem à cabeça, comparando-a com a natação.
- O corpo da notícia destaca a dimensão coletiva do trabalho do artista, em tom objetivo.
- O texto refere ainda um vídeo relacionado com a pintura monumental de Manuel João Vieira.
Manuel João Vieira não abdica do ateliê; todos os dias cruza a música com a pintura. Em Lisboa, o artista mantém o espaço de Campo de Ourique e participa numa exposição no MAAT.
A mostra revela um pintor culto que recorre ao passado para construir paisagens. A obra combina referências históricas com a sensibilidade contemporânea.
A exposição, em Lisboa, contextualiza a carreira de Vieira, com foco em paisagem e na forma de pensar a pintura como prática diária. Fonte: PÚBLICO.
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