- O Museu Galileu, com a Leonardotheka 2.0, facilita reunir digitalmente fólios de Leonardo da Vinci que estavam separados há quatro séculos.
- O projeto junta coleções do Castelo de Windsor, da Biblioteca Ambrosiana, em Milão, e da Biblioteca Leonardiana, em Vinci, para disponibilizar online mais páginas.
- No total, contam-se mais de 500 páginas que abrangem desenhos, esboços, planos e notas sobre arte, anatomia, engenharia e outras áreas.
- Os dois volumes criados por Pompeo Leoni, que desmantelou os fólios de Leonardo no final do século XVI, foram reunidos de novo numa configuração que permite explorar o conteúdo original.
- A Leonardotheka 2.0 inclui 50 reconstruções de páginas, transcrições e materiais adicionais que ajudam investigadores a estudar a obra de Leonardo, com renovação da parceria entre Museu Galileu e Biblioteca Ambrosiana.
A Leonardotheka 2.0, projeto do Museu Galileu de Florença, reúne online fólios de Leonardo da Vinci que ficaram separados no final do século XVI. A iniciativa envolve as colecções britânicas, a Biblioteca Ambrosiana de Milão e a Biblioteca Leonardiana de Vinci, em Itália.
Os manuscritos de Leonardo, que abrangem anatomia, engenharia, óptica e artes, estiveram dispersos entre Windsor e Milão. A nova ferramenta digital permite aceder a desenhos, esboços, planos e notas de forma integrada e pesquisável.
O projeto recupera conteúdos que remontam ao período de 67 anos de atividade intelectual de Leonardo e oferece acesso a mais de 500 páginas entre os dois Legados. O arquivo permite explorar o Codex Atlanticus e o tom dedicado às artes.
Leonardotheka 2.0: acesso ampliado e contexto
A atualização disponibiliza imagens das páginas do Castelo de Windsor, bem como transcrições e referências a outros manuscritos. Investigadores podem analisar estudos, notas críticas e materiais académicos associados.
A iniciativa visa facilitar a pesquisa global ao unir as duas coleções históricas. O presidente emérito do Museu Galileu sublinha o valor de reunir informações antes dispersas para estudo comparativo.
Entre os recursos, contam-se 50 reconstruções de páginas confirmadas, com fragmentos de Windsor reintegrados no Codex Atlanticus para restabelecer o contexto original. A parceria com a Ambrosiana continua a evoluir.
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