- Marta Durán inaugura, no Grémio Cezimbrense, em Sesimbra, a exposição “Fidju di Tchon” com 26 fotografias sobre a relação da artista com a Guiné-Bissau.
- A mostra, que acompanha a fotógrafa há uma década no país, retrata o contraste entre passado e presente e uma realidade vivida no quotidiano guineense.
- A inauguração é no sábado, 6 de junho, às 18h, e a exposição fica patente até agosto.
- O conjunto de imagens aborda comunidades costeiras de Elalab, a escassez de água em Tite e a comunidade migrante climática de Jobel, formando um retrato social da Guiné-Bissau.
- O programa do evento inclui o documentário “Bemba di Vida” às 19h, um jantar temático guineense às 20h (mediante reserva) e um concerto de Demba Djabaté às 21h30.
Marta Durán inaugura a exposição Fidju di Tchon no Grémio Cezimbrense, em Sesimbra, no sábado, 6 de junho, às 18h. A mostra reúne 26 fotografias que traduzem a relação da fotógrafa com a Guiné-Bissau, fonte de inspiração para o seu trabalho.
A exposição apresenta a Guiné-Bissau como terra de passado e presente, onde histórias se cruzam de forma orgânica. Durán tem viajado para o país há cerca de uma década, fortalecendo laços com comunidades locais.
Entre os temas estão as comunidades costeiras de Elalab, a escassez de água em Tite e Jobel, a primeira comunidade migrante climática da Guiné-Bissau. O conjunto oferece um retrato social da região.
Contexto e programa
A inauguração inclui ainda a exibição do documentário Bemba di Vida, às 19h, seguida de um jantar temático guineense às 20h, mediante reserva via gremio. A noite encerra com um concerto de Demba Djabaté, às 21h30.
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