- A fotógrafa e viajante Marta Durán apresenta a exposição Fidju di Tchon, que significa filha da terra, reunindo 26 fotografias sobre a relação com a Guiné-Bissau.
- A mostra, que já deu início, fica patente no Grémio Cesimbrense, em Sesimbra, até agosto.
- Marta, que já considera a Guiné-Bissau como segunda casa, retrata comunidades como Elalab, Tite, Jobel, Gabu, Uno e Buba, mostrando temas como vela, água, migração climática, exploração infantil e tradições locais.
- A inauguração inclui a exibição do documentário Bemba di Vida às 19h, um jantar guineense às 20h (mediante reserva) e um concerto de Demba Djabaté às 21h30.
- A autora mantém ligação contínua à Guiné-Bissau, descrevendo o país como uma terra que permanece no seu coração e que inspira o seu trabalho.
A fotógrafa e viajante Marta Durán regressa à Guiné-Bissau, país onde o turismo fotográfico se cruza com a memória pessoal. A exposição Fidju di Tchon, que significa filha da terra, chega ao Grémio Cesimbrense, em Sesimbra, sendo uma viagem visual pela relação da artista com o território.
Durán já visitou a Guiné-Bissau há mais de uma década e hoje considera o país uma segunda casa. A mostra reúne 26 imagens que registam o quotidiano de comunidades costeiras, água, migração climática e expressões identitárias de várias etnias.
A inauguração está marcada para este sábado, às 18h, no Grémio Cesimbrense, onde ficará patente até agosto. A exposição convida o público a perceber como passado e presente coexistem no país através de camadas de história.
Detalhes da inauguração
A sessão de abertura inclui a exibição do documentário Bemba di Vida, às 19h. Segue-se um jantar temático guineense, às 20h, mediante reserva. O concerto de Demba Djabaté encerra a programação, às 21h30.
A mostra destaca comunidades como Elalab, com pesca e marés marcando o ritmo, Tite, com escassez de água, Jobel, a primeira migrante climática, e a realidade das crianças talibé em Gabu. A cultura Bijagó e o Carnaval de Buba fecham o retrato social apresentado.
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