- Teresa Penas, arquiteta, instalou o seu atelier numa casa da ilha da família, na Rua Dr. Júlio de Matos, no Porto.
- Em 2020 regressou à cidade e encontrou uma comunidade e edifícios num “estado de adormecimento”.
- Surgiu-lhe a ideia de acordar a “Bela Adormecida” ao criar um projecto de partilha intergeracional.
- O projecto procura restaurar memórias e passado rural, promovendo bem-estar e ambiente na comunidade.
- Questiona-se se a cidade pode reinventar-se a partir deste modelo de partilha entre gerações.
O Atelier da Ilha pretende resgatar memórias e o passado rural de Paranhos, com o objectivo de reavivar a comunidade local. O projeto reúne provas de uma história partilhada para criar bem-estar e respeito pelo ambiente.
Teresa Penas, arquiteta responsável pelo atelier, nasceu numa ilha de família onde os laços de vizinhança eram fortes. Ao regressar ao Porto em 2020, deparou-se com um cenário de adormecimento em parte da cidade.
O olhar da arquiteta recai sobre a Rua Dr. Júlio de Matos, onde o projeto ganhou forma. A ideia é promover uma partilha intergeracional que envolva moradores, artes e saberes tradicionais para restaurar uma memória comum.
Contexto e objetivos
O projeto parte de uma leitura do passado rural de Paranhos para criar estratégias de inclusão social. Através de iniciativas comunitárias, aponta para a reaproximação entre residentes e espaços públicos da cidade.
A equipa pretende mobilizar a comunidade através de atividades que valorizem o ambiente e o bem-estar. A intenção é despertar interesse coletivo para uma revitalização sustentável.
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