- O turismo de luto envolve retiros onde pessoas enlutadas partilham emoções para reforçar a resiliência emocional.
- Grécia e Espanha promovem círculos de cura e programas de bem-estar emocional que transformam a dor em partilha.
- Um estudo do Global Wellness Institute (2025), citado pela Euronews, estima que o mercado global de aconselhamento para o luto pode chegar a quase quatro mil milhões de euros até 2029; em 2022 era de três mil milhões.
- Em 2024, a Condé Nast Traveller destacou os retiros de luto como tendência de viagens; a National Geographic Traveller, este ano, confirma o crescimento deste tipo de escapadas.
- Em Portugal, ainda não existem iniciativas conhecidas que promovam o luto como prática turística.
O turismo de luto ganha espaço como forma de enfrentar a dor. Retiros de luto reúnem pessoas enlutadas para partilhar emoções e experiências, visando reforçar a resiliência emocional. Países como a Grécia e Espanha já promovem círculos de cura e programas de bem-estar que transformam a dor em partilha.
Estudos internacionais indicam crescimento deste mercado. Um relatório do Global Wellness Institute, de 2025, citado pela Euronews, aponta que o aconselhamento para o luto pode chegar a quase quatro mil milhões de euros até 2029, face a quase três mil milhões em 2022. O setor associa-se cada vez mais ao turismo.
A imprensa especializada acompanha a evolução. Em 2024, a Condé Nast Traveller destacou os retiros de luto como uma das tendências de viagem do ano. Este ano, a National Geographic Traveller descreveu as escapadelas de luto como mecanismo para reforçar a resiliência emocional e libertar sentimentos reprimidos.
Portugal ainda não tem iniciativas conhecidas que promovam o luto como prática turística. O fenómeno, no entanto, tem atraído a atenção de especialistas e do setor de viagens, que veem potencial para ampliar a oferta de bem-estar e cuidado emocional.
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