- França anunciou que uma equipa internacional de arquitetos vai remodelar o Museu do Louvre, em Paris, num projeto designado “Louvre – Nova Renascença”.
- O plano prevê um espaço dedicado para a Mona Lisa, bem como uma nova entrada exclusiva com bilhete próprio, para aliviar o congestionamento na entrada atual em formato de pirâmide.
- A entrada secundária ficará na fachada leste, com ligação integrada entre cidade, palácio e museu, segundo a avaliação do Ministério da Cultura.
- A equipa vencedora é formada pela STUDIOS Architecture Paris e Selldorf Architects, com participação de uma agência francesa de paisagismo e planeamento urbano.
- O custo estimado oscila entre 700 e 800 milhões de euros, embora o Tribunal de Contas francês apure-o em cerca de 1,15 mil milhões de euros.
O Ministério da Cultura da França revelou que uma equipa internacional de arquitetos vai liderar a transformação do Museu do Louvre, em Paris. O objetivo é responder aos problemas estruturais e de segurança que ficaram expostos após o roubo de joias no interior, em outubro do ano passado. O projeto recebe o nome Louvre – Nova Renascença.
A equipa vencedora junta a francesa STUDIOS Architecture Paris e a norte-americana Selldorf Architects, além de uma agência francesa de paisagismo e planeamento urbano. O júri destacou a qualidade da abordagem arquitetónica, a integração com património, urbanismo e paisagismo, bem como aspetos de segurança.
O plano inclui um novo espaço dedicado à Mona Lisa, separado do resto do museu, uma segunda entrada com bilhete próprio e uma ligação mais elegante entre a cidade, o palácio e o museu. A entrada atual em forma de pirâmide de vidro ficará com menos pressão de fluxo.
O custo do projeto está estimado entre 700 e 800 milhões de euros. Entretanto, o Tribunal de Contas francês apresentou uma estimativa superior, de 1,15 mil milhões de euros, com variações de custo ainda por resolver.
O Louvre recebe cerca de nove milhões de visitantes por ano e foi o cenário de debates sobre segurança após o incidente de outubro, que destacou vulnerabilidades estruturais. O objetivo da remodelação é modernizar infraestruturas, melhorar o acesso e reforçar a proteção de signatários património mundial.
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