- O programa MALHA celebra os 30 anos da classificação do centro histórico do Porto como Património Mundial, com várias atividades culturais.
- Inicia a 5 de julho e decorre até 5 de junho do próximo ano, com um investimento de 500 mil euros por ano (1 milhão no total).
- A iniciativa integra as comemorações dos 25 anos da Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura e organize-se em cinco eixos: Contar, Dançar, Convocar, Riscar e Pensar a cidade.
- O MALHA envolve dez curadores portuenses e pretende abranger toda a cidade, com especial incidência no centro histórico e na zona oriental.
- Entre as ações previstas estão visitas guiadas, caminhadas, espetáculos, cinema, oficinas, laboratórios, sessões de leitura e intervenções em espaços públicos, além da apresentação da coleção de arte contemporânea do município.
O programa MALHA assinala os 30 anos da classificação do centro histórico do Porto como Património Mundial. A iniciativa, que junta visitas guiadas, caminhadas, espetáculos, cinema, oficinas e concertos, começa a 5 de julho e prolonga-se até 5 de junho do próximo ano. A Câmara do Porto revela que o foco é o centro histórico, aberto também à zona oriental.
A iniciativa integra as comemorações dos 25 anos da Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura. O MALHA articula-se em cinco eixos temáticos: Contar a cidade, Dançar a cidade, Convocar a cidade, Riscar a cidade e Pensar a cidade. Cada eixo é desenvolvido por dois curadores, envolvendo no total dez profissionais de diversas áreas.
O vereador da Cultura, Jorge Sobrado, avançou que o programa terá um investimento de 500 mil euros por ano, perfazendo um total de um milhão de euros. Pedro Duarte, presidente da Câmara, destacou que a programação é rica, criativa e feita pelos portuenses para os portuenses, com cada eixo elaborado por membros da comunidade.
Estrutura e atividades centrais
Entre as propostas estão ciclos de visitas ao centro histórico pensados para a população local, oficinas, laboratórios com escolas e famílias, sessões de leitura e atuações em bibliotecas, jardins, livrarias e cafés. Haverá também intervenções no espaço público e a apresentação da coleção de arte contemporânea do Município, reunida ao longo de 30 anos.
Os organizadores indicam ainda que Hélder Pacheco pode ter um papel na construção de um inventário das festas populares do Porto, reconhecendo nele a memória viva da cultura local. O programa pretende expandir a participação da comunidade e ampliar o alcance de atividades culturais na cidade.
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