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Ruínas Romanas de Milreu em Faro fecham ao público até setembro

Ruínas Romanas de Milreu fecham ao público por quatro meses para requalificação do centro interpretativo e melhoria da receção aos visitantes

Serão qatro meses de obras na área das ruínas romanas de Milreu
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  • As Ruínas Romanas de Milreu, em Estoi (concelho de Faro), vão ficar encerradas ao público durante quatro meses por obras no centro interpretativo.
  • Os trabalhos visam a beneficiação/modernização das condições de acolhimento e de acessibilidade aos visitantes.
  • O Património Cultural indica que a intervenção pretende melhorar a receção ao monumento nacional.
  • O espaço inclui vestígios de uma villa senhorial (séculos I a XI) e de um edifício religioso do século IV, entre outros registos arqueológicos.
  • Milreu é um dos monumentos mais visitados do Algarve, localizado a poente de Estoi, a menos de dez quilômetros de Faro.

As ruínas romanas de Milreu, em Estoi (Faro), vão ficar encerradas ao público durante quatro meses, devido a obras de requalificação do centro interpretativo e à melhoria da receção aos visitantes, informou o instituto Património Cultural.

Os trabalhos visam beneficiar/modernizar as condições de acolhimento e acessibilidade ao monumento, assegurando um espaço mais eficiente para quem visita o recinto.

O sítio situa-se a poente da vila de Estoi, a menos de 10 quilómetros de Faro, e está entre os monumentos mais visitados do Algarve, juntamente com a Fortaleza de Sagres e a Ermida de Nossa Senhora da Guadalupe.

Intervenção em curso

A villa senhorial, ocupada entre os séculos I e XI por famílias de elevado estatuto social, apresentava uma vivência que combinava uso rural com atividades lúdicas, segundo registos de referência.

No local existem vestígios de um edifício religioso do século IV, destinado ao culto privado da família, cristianizado no século VI e usado até ao século XI durante o período islâmico.

Entre os séculos XVI e XIX foi construída uma casa rural com contrafortes cilíndricos, ligada às divisões privadas da antiga casa romana.

A riqueza arqueológica da villa é destacada pela presença de mosaicos marinhos, revestimentos marmóreos, cerâmicas diversas, estuques pintados e escultura decorativa.

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