- Pedro Dias assassinou três pessoas em outubro de 2016, em Aguiar da Beira, incluindo o militar Carlos Caetano e o casal Liliana Pinto e Luís Carlos.
- António Ferreira, único sobrevivente da chacina, ficou com uma bala alojada no corpo e ainda não regressou ao serviço na Guarda Nacional Republicana.
- Ferreira descreveu que, apesar do projétil, manteve-se consciente, viu o agressor a arrastá-lo para o interior do mato e a cobri-lo com ramos e pedras, antes do atacante se afastar.
- Quase dez anos depois, as famílias das vítimas permanecem sem receber indemnizações de Pedro Dias.
- O caso continua sem resolver, deixando o sobrevivente sem apoio financeiro suficiente e sem retorno ao trabalho até ao momento.
Em outubro de 2016, Pedro Dias assassinou três pessoas em Aguiar da Beira. Quase dez anos depois, as famílias de Carlos Caetano e do casal Liliana Pinto e Luís Carlos não receberam indemnizações. O único sobrevivente, António Ferreira, ainda não regressou ao serviço.
Ferreira foi atingido pelo projétil, caiu, mas manteve-se consciente. Alega ter visto o agressor arrastá-lo para o interior do mato e cobri-lo com ramos e pedras. Conseguiu avisar depois de recuperar movimentos.
Carlos Caetano, guarda da GNR, tinha 29 anos e foi a primeira vítima da chacina. António Ferreira ficou com uma bala alojada no corpo, risco de tetraplegia com qualquer movimento inadequado.
Indemnizações pendentes e desfecho judicial
As famílias de Caetano e do casal Pinto/Luís Carlos não receberam indemnizações associadas ao crime. O processo tem acompanhamento judicial, sem confirmação pública de data de resolução ou pagamento.
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