Carolina de Freitas Nunes, psicóloga portuguesa e atleta federada de tiro desportivo, encontra-se detida no Bali, após viagem de retiro que terminou no Aeroporto Internacional de Denpasar. O caso envolve 50 munições de calibre .22 apreendidas no regresso a Portugal, durante o controle de segurança.
Segundo a própria investigada, não houve intenção de introduzir ou transportar munições para a Indonésia. A comunicação faz referência ao facto de as munições terem ficado na mochila de treino, sem que ela estivesse ciente da sua presença.
A detenção ocorreu enquanto a autora viajava para Portugal e se encontrava a preparar-se para embarcar num voo. As autoridades indonésias confirmam cooperação da psicóloga e indicam que estão a investigar a origem das munições e o eventual circuito de aquisição.
Detenção e versão da investigada
Numa nota escrita, a psicóloga afirma colaborar plenamente com as autoridades desde o início, mostrando respeito pela lei indonésia e pelas instituições do país. A docente refere ainda que o caso deve ser avaliado de forma serena e objetiva, respeitando os factos.
A detenção provocou impacto na saúde da jornalista, levando ao internamento hospitalar oferecido no período. A defesa reforça que não houve qualquer intenção ilícita, esperando que o caso seja esclarecido com base nos factos.
A situação tem apoio da Embaixada de Portugal em Jacarta, que manteve contacto próximo com Carolina de Freitas Nunes. As autoridades portuguesas também acompanham o processo, articulando-se com as entidades locais para assegurar os direitos da cidadã.
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