- O julgamento de três militares do NRP Mondego por violação de segredo de Estado começou há dois meses e está suspenso, sem data para retomar.
- A defesa pediu que as duas testemunhas arroladas pela Marinha — o comandante Vasco Pires e a primeira-imediata Filipa Pinto — prestassem depoimento no mesmo dia; o pedido foi aceite, mas ainda não houve atendimento.
- Esta quarta-feira estava prevista uma sessão para ouvir as testemunhas, mas foi adiada por não ter sido possível notificá-las, segundo fonte judicial.
- O tribunal já aplicou uma multa de 816 euros ao Chefe do Estado Maior da Armada (CEMA), Almirante Jorge Nobre de Sousa, por obstrução à justiça.
- A defesa admite a possibilidade de pedir a emissão de mandados de detenção.
O julgamento dos três militares do NRP Mondego por violação de segredo de Estado iniciou há dois meses, mas ainda não reuniu provas e permanece suspenso sem data para retomar. O processo mantém-se em marcha lenta, sem sessões de produção de prova até ao momento.
A defesa dos marinheiros exige que as duas testemunhas arroladas pela Marinha — o comandante Vasco Pires e a primeira-imediata Filipa Pinto — prestem depoimento no mesmo dia. O coletivo de juízes inicialmente aceitou o pedido, mas até agora nenhuma das testemunhas foi ouvida.
Na quarta-feira, estava prevista uma sessão para ouvir as testemunhas, mas foi adiada porque não foi possível notificá-las, segundo uma fonte judicial contactada pelo CM.
Akeeping a notícia, o tribunal já aplicou uma multa de 816 euros ao Chefe do Estado Maior da Armada (CEMA), Almirante Jorge Nobre de Sousa, por obstrução à justiça. A defesa admite a possibilidade de pedir mandados de detenção.
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