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Greve de uma semana de trabalhadores dos registos e notariado por crise no setor

Greve de uma semana dos registos e notariado aponta para a crise no setor; Ministério da Justiça rejeita instrumentalização política do Instituto dos Registos e do Notariado

Trabalhadores dos registos e notariado iniciam hoje greve de uma semana contra 'situação crítica' do setor
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  • Trabalhadores dos registos e notariado iniciam hoje uma greve de uma semana.
  • Motivação: reivindicam resposta para a “situação crítica” no setor.
  • O movimento envolve o Instituto dos Registos e do Notariado (IRN).
  • O Ministério da Justiça rejeita as acusações de instrumentalização política do IRN.
  • A greve tem duração de sete dias.

Os trabalhadores dos registos e notariado iniciam hoje uma greve de uma semana, em protesto contra a chamada situação crítica do setor. A paralisação afeta serviços associados a registos civis, prediais e notariais em todo o país.

A greve, anunciada pela estrutura representativa, exige respostas para o que calificam como falhas estruturais, como atrasos, falta de pessoal e pressões de funcionamento. Os colaboradores reivindicam medidas para normalizar o funcionamento do IRN, o Instituto dos Registos e do Notariado.

Quem está envolvido: trabalhadores e as entidades que integram o sector dos registos e notariado, com o apoio das estruturas sindicais. Quando: começa hoje e decorre durante sete dias. Onde: em Portugal, com impacto potencial em serviços presenciais. Porquê: para travar o que apontam como deterioração gradual dos serviços públicos de registos.

O Ministério da Justiça afirmou que rejeita as acusações de instrumentalização política do IRN, assegurando que o órgão não é objeto de qualquer manobra partidária. A reação oficial chega após as críticas a gestão do instituto.

De acordo com fontes do setor, os prazos de atendimento podem ficar comprometidos, com atendimento presencial limitado e necessidade de reagendamento. Não há indicação de serviços essenciais a permanecerem invariáveis, dependendo da evolução da greve.

As conversações entre as partes devem prosseguir, mas não há informação sobre um possível acordo já nesta semana. O governo mantém o funcionamento de serviços essenciais, conforme necessário, para garantir atendimento mínimo à população.

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