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Roubo de arma a parente de inspetor da PJ para matar sócio e filho em restaurante

Arma Glock roubada a inspetor da Polícia Judiciária usada para matar sócio e filho num restaurante; arguido enfrenta acusação de homicídio qualificado e furto

Estabelecimento "O Apeadeiro" havia sido inaugurado dois meses antes das mortes
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  • Em vinte e seis de novembro do ano passado, José Augusto planeou matar o sócio Pedro Ganança e os dois filhos deste no restaurante “O Apeadeiro”, após acreditar estar a ser traído na distribuição dos lucros.
  • Uma semana antes, o arguido roubou uma Glock de casa de um familiar, inspetor da Polícia Judiciária (PJ), para cometer o crime.
  • O sócio Pedro Ganança foi morto com cinco tiros; o filho, Théo Ganança, que supostamente retirava dinheiro da caixa, foi morto com dois disparos enquanto fugia.
  • O arguido foi detido e está acusado de duplo homicídio qualificado e furto qualificado.

O caso envolve um homicídio duplo ocorrido a 16 de novembro no restaurante O Apeadeiro, em circunstâncias associadas a uma disputa entre sócios. José Augusto terá elaborado um plano para matar o parceiro, Pedro Ganança, após se sentir enganado na partilha de lucros, e também pretendia eliminar os dois filhos deste.

Segundo a investigação, a arma usada foi uma Glock que José terá furtado cerca de uma semana antes do crime, na casa de um familiar, inspetor da Polícia Judiciária. Pedro Ganança foi assassinado com cinco tiros; o filho do sócio, Théo Ganança, foi morto com dois tiros durante a fuga, quando este supostamente recolhia dinheiro da caixa.

O arguido foi detido e está a enfrentar a acusação de duplo homicídio qualificado e furto qualificado. As autoridades não avançaram com detalhes sobre eventual motivação financeira além da disputa entre os envolvidos.

Processo e acusações

A acusação refere que o crime decorreu no âmbito de uma relação comercial no restaurante e envolve também a participação de terceiros próximos ao sócio. O caso está em fase de instrução, com a defesa a contestar elementos da linha de investigação.

Entidades policiais sublinham que as informações disponíveis são objeto de análise contínua e que novas diligências podem alterar o conceito factual já apresentado.

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