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Detido na operação Click&Go fica preso preventivamente por branqueamento de cartão

Operação Click&Go, iniciada pelo MP em Fafe, detém suspeito em Lisboa e aplica-lhe prisão preventiva por branqueamento e abuso de dados bancários para aquisição de bens de revenda

Tribunal de Fafe
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  • A operação Click&Go surgiu de um inquérito do Ministério Público junto do Tribunal de Fafe, no distrito de Braga.
  • O homem detido em Lisboa ficou em prisão preventiva após o primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Instrução Criminal de Fafe.
  • Ele é suspeito de branqueamento de capitais e abuso de cartão, tendo alegadamente apropriado dados bancários de uma entidade para adquirir bens de alto valor económico para revenda.
  • A PJ indicou que o suspeito, em situação irregular em Portugal e sem atividade profissional conhecida, poderia abandonar a unidade hoteleira onde estava alojado, criando risco de fuga.
  • Em diligências, realizadas duas buscas domiciliárias, foram apreendidos equipamento informático e de telecomunicações, documentação bancária e uma quantia monetária.

A Polícia Judiciária (PJ) anunciou a detenção, em Lisboa, de um homem suspeito de branqueamento de capitais e abuso de cartão, no âmbito da operação denominada Click&Go. A detenção ocorreu na sexta-feira e o arguido foi presente a primeiro interrogatório no Tribunal de Instrução Criminal de Fafe, no distrito de Braga, onde foi decretada a prisão preventiva.

A operação Click&Go teve origem num inquérito dirigido pelo Ministério Público junto do Tribunal de Fafe. Segundo a PJ, o suspeito terá se apropriado de dados bancários pertencentes a uma entidade, utilizando-os para adquirir bens de elevado valor económico com destino à revenda.

O organismo policial comunicou ainda que o homem, que se encontrava em situação irregular em território nacional e sem atividade profissional conhecida, poderia abandonar a unidade hoteleira onde estava alojado, o que motivou a decisão de adotar uma medida de coação mais gravosa para evitar fuga e assegurar a recolha de provas.

Durante a investigação, foram realizadas duas buscas domiciliárias. Entre os vestígios apreendidos, a PJ destacou equipamento informático e de telecomunicações, documentação bancária e uma quantia monetária significativa.

As diligências, descritas pela PJ, visam apurar a origem dos valores obtidos e a forma como os dados bancários foram utilizados para a circulação de bens no circuito de revenda, obviando a proveniência ilícita.

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