- A PSP deteve um homem de 52 anos, fora de flagrante, em Leiria, com mandado emitido pela autoridade judiciária; ficou em prisão domiciliária na Marinha Grande.
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- A investigação teve origem numa denúncia de uma mulher de 50 anos, esposa do suspeito; a filha menor do casal foi referida como vítima de violência psicológica.
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- Os episódios incluíram agressões físicas e verbais na presença de testemunhas, com hematomas visíveis no rosto e pescoço; a vítima foi acompanhada pela PSP na altura da denúncia.
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- Na madrugada de 11 de maio, o suspeito perseguiu e agrediu a vítima com socos e pontapés; outro homem foi agredido ao intervir; no dia seguinte afixou mensagens injuriosas junto ao local de trabalho.
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- Em março de 2026 já tinha sido interrogado; após a escalada de violência foi emitido o mandado; a medida de coação aplicada foi a obrigação de permanência na habitação, fiscalizada por controlo à distância.
Um homem de 52 anos foi detido pela PSP de Leiria, fora de flagrante delito, por suspeita de violência doméstica contra a mulher. A prisão ocorreu no dia 12 de maio, na sequência de um mandado emitido pela autoridade judiciária competente, após recolha urgente de prova realizada pela PSP.
A investigação surgiu de uma denúncia apresentada em fevereiro, na Esquadra da Marinha Grande, por uma mulher de 50 anos, esposa do suspeito. A vítima afirmou ter sido alvo de agressões físicas e verbais reiteradas, com episódios ocorridos na presença de testemunhas.
Detenção e medidas de coação
A filha menor do casal foi também referenciada como vítima de violência psicológica. Na primeira denúncia, a vítima foi acompanhada pela PSP e recebeu um plano de segurança, que rejeitou não aceitar. O suspeito foi constituído arguido e interrogado em março de 2026.
Na madrugada de 11 de maio, o homem terá voltado a abordar a vítima, perseguindo-a e agredindo-a com socos e pontapés à saída de uma residência. Um homem que a acompanhava foi agredido ao tentar intervir, segundo a PSP.
No dia seguinte, o suspeito estacionou um dos seus veículos junto ao local de trabalho da vítima, afixando mensagens injuriosas dirigidas a ela. Face ao agravamento da violência e ao risco para a integridade física e psicológica, foram iniciadas diligências de recolha de prova.
O mandado de detenção foi emitido pelo Departamento de Investigação e Ação Penal de Pombal. Após o primeiro interrogatório judicial, o arguido ficou sob a obrigação de permanência na habitação, fiscalizada por meios técnicos de controlo à distância.
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