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Condenado por homicídio contrata peritos para contestar falhas na investigação

Defesa de Tiago Bento solicita peritos forenses para provar falhas na investigação, após Tribunal da Relação do Porto confirmar dezasseis anos de prisão

Cadáver encontrado numa zona de Francos conotada com o tráfico de droga
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  • O Tribunal da Relação do Porto manteve a condenação de Tiago Bento a 16 anos de prisão pelo assassinato de Susana Costa, no Bairro de Francos, Porto, em 31 de janeiro de 2025.
  • Susana Costa foi morta no Bairro de Francos, no Porto.
  • A defesa de Tiago Bento, operário de construção civil de Canedo, Santa Maria da Feira, vai recorrer para o Supremo Tribunal de Justiça.
  • Alega que a investigação da Polícia Judiciária deixou muitas pontas soltas e que não foram exigidas todas as diligências, incluindo exames de ADN a alguns suspeitos.
  • O objetivo da defesa é contestar a decisão com base em falhas apontadas na investigação.

O Tribunal da Relação do Porto manteve a condenação de Tiago Bento, já detido, a 16 anos de prisão pelo homicídio de Susana Costa. O crime ocorreu no Bairro de Francos, no Porto, em 31 de janeiro de 2025. A decisão know-? foi confirmada pela Relação do Porto, após recurso da defesa.

Susana Costa foi assassinada num ataque que gerou grande comoção local. A acusação sustentou a versão de que o crime terá sido premeditado, enquanto a defesa argumentou que não houve diligências suficientes para apurar a verdade. O tribunal manteve a pena inicial, tomada numa fase anterior do processo.

Recurso e arguments da defesa

A defesa de Tiago Bento, natural de Canedo, Santa Maria da Feira, anunciou que irá recorrer para o Supremo Tribunal de Justiça. Alegam que a investigação da Polícia Judiciária deixou “pontas soltas” e que as juízas do Porto não exigiram a realização de todas as diligências possíveis, incluindo exames de ADN a alguns suspeitos. O objetivo é questionar a sequência probatória utilizada no veredito.

O processo envolve ainda a análise de contributos da investigação durante o inquérito. A defesa sustenta que a falta de determinados exames de ADN comprometeu a construção do quadro fáctico. Ainda não há data para a interposição do recurso no Supremo.

As autoridades não se pronunciaram sobre detalhes adicionais da investigação. Mantêm-se, no entanto, os factos relevantes: o homicídio ocorreu em Francos, o arguido foi condenado a 16 anos e o recurso está em curso junto do mais alto tribunal.

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