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Filhos que agredem mães ou pais aumentam quase 40% em cinco anos

A violência de filhos contra pais aumentou quase 40% em cinco anos, atingindo 1160 progenitores em 2025, a maioria mulheres com 65 ou mais anos

Associação Portuguesa de Apoio à Vítima APAV apoiou, entre 2021 e 2025, 4804 mães e pais vítimas de violência por parte dos filhos
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  • Aumento de 39,6% entre 2021 e 2025, com 1160 progenitores vítimas de agressões em 2025.
  • A APAV apoiou 4804 mães e pais vítimas entre 2021 e 2025, com 9609 denúncias; violência doméstica foi a tipologia dominante (83,1%).
  • Em 2025, 96,8% das vítimas foram agredidas por um filho; 3,2% por dois ou mais; 79,4% das vítimas são mulheres e 59,6% têm 65 ou mais anos.
  • A maioria dos agressores é masculina (69,5%), com a faixa etária mais representativa entre 25 e 54 anos (45,5%).
  • Distritos com mais casos: Lisboa (18,7%), Porto (15,6%), Faro (15,1%), Braga (13,8%) e Setúbal (9,1%); 55,7% das vítimas sofreram agressões continuadas.

A agressão de filhos contra pais aumentou quase 40% em cinco anos, conforme dados da APAV. Em 2025, foram 1160 progenitores vítimas, o máximo desde o início do registo. A violência é maioritariamente doméstica e envolve mães com 65 anos ou mais.

Entre 2021 e 2025, a APAV apoiou 4804 mães e pais vítimas de violência por parte dos filhos. Quase metade não apresentou queixa às autoridades. A instituição registou um total de 9609 denúncias de crimes e formas de violência.

Em 2025, 96,8% das vítimas foram agredidas por um único filho, e 3,2% por dois ou mais filhos. Mulheres representam 79,4% das vítimas, com 59,6% com 65 ou mais anos. A maioria dos agressores é masculina (69,5%) entre 25 e 54 anos.

Mais de metade das vítimas sofreu agressões repetidas (55,7%). Em 33,5% dos casos houve o período de dois a sete anos até o primeiro apoio. Cerca de 47,7% das vítimas não recorreu a queixa.

Lisboa (18,7%), Porto (15,6%), Faro (15,1%), Braga (13,8%) e Setúbal (9,1%) concentram mais situações reportadas. A APAV enfatiza que a violência por filhas/os continua invisibilizada, exigindo respostas de apoio especializadas.

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