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Mulher condenada a sete anos por atear fogo a rival em Setúbal

Condenada a sete anos por tentativa de homicídio qualificado, ao atear fogo à rival em Setúbal; vítima ficou com queimaduras graves e faleceu meses depois por outras causas

Casa abandonada, ocupada pela suspeita e pelo namorado, onde aconteceu o crime
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  • O Tribunal de Setúbal condenou Adelaide Pina, de 46 anos, a sete anos de prisão por tentativa de homicídio qualificado.
  • O crime ocorreu na noite de 12 de março de 2025, numa casa devoluta no Bairro Afonso Costa, em Setúbal, mirando uma mulher de 34 anos.
  • A arguida regou a vítima com álcool e ateou fogo, com a intenção de matá-la de forma dolorosa, sabendo que a sobrevivência deixaria graves cicatrizes.
  • A vítima sofreu queimaduras de segundo e terceiro graus, foi socorrida por populares junto de um estabelecimento próximo e internou-se no Hospital de Setúbal; faleceu meses depois por causas extracrime relacionadas ao incidente.
  • A defesa pretende recorrer, alegando imputabilidade reduzida por perturbação mental e contestando a confissão, argumentando que não foi valorizada uma perícia psiquiátrica.

Adelaide Pina, de 46 anos, foi condenada a sete anos de prisão pelo Tribunal de Setúbal pela prática de tentativa de homicídio qualificado. A responsável atacou uma mulher de 34 anos com álcool e fogo, na noite de 12 de março de 2025, em Setúbal. O crime ocorreu numa casa devoluta no Bairro Afonso Costa.

Segundo o Ministério Público, a arguida pretendia matar a rival de forma dolorosa, sabendo que a vítima poderia ficar com graves cicatrizes. A vítima sofreu queimaduras de segundo e terceiro graus, foi socorrida por populares e encaminhada para o Hospital de Setúbal.

A vítima permaneceu internada e faleceu meses depois, por causas não relacionadas com o crime. A suspeita foi detida, ficou em prisão preventiva e, agora, condenada. A defesa de Adelaide Pina vai recorrer, alegando perturbação mental e reduzida imputabilidade, além de questionar a valoração da confissão.

Decisão do tribunal e recursos

O tribunal considerou a existência de intenção de matar e a gravidade das queimaduras infligidas. A defesa aponta que uma perícia psiquiátrica não foi suficientemente valorizada e que a pena deve ser revista. O recurso aguarda apreciação.

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