- Detenção de mais um empresário, elevando para onze o total de detenções no âmbito da operação Cinderela, com 18 buscas domiciliares e não domiciliárias.
- O detido, de 56 anos e nacionalidade estrangeira, é acusado de ter atuado no esquema criminoso que dissipou património de empresas em processo de insolvência.
- Segundo a Polícia Judiciária, enfrenta indícios de prática de associação criminosa, corrupção, burla qualificada, insolvência dolosa, falsificação de documentos e branqueamento de capitais, entre 2023 e 2025.
- O empresário vai ser presente a tribunal para o primeiro interrogatório judicial e respetiva aplicação de medidas de coação.
- Em março, já tinham sido detidas dez pessoas, entre ex-administradores de insolvência, advogados e empresários, com buscas que resultaram na apreensão de documentação, material informático, dinheiro, objetos de luxo e viaturas.
A Polícia Judiciária deteve mais um empresário no âmbito da operação Cinderela, elevando para 11 o número total de detenções no inquérito. A operação envolve um suposto esquema criminoso em processos de insolvência que favorece insolventes às custas dos credores.
Segundo a PJ, o detido, de 56 anos e nacionalidade estrangeira, é tido como interveniente no esquema que teria dissipado legitimamente o património de empresas em insolvência. O Ministério Público indica prática de associação criminosa, corrupção, burla qualificada, insolvência dolosa, falsificação de documentos e branqueamento de capitais, entre 2023 e 2025.
O homem vai ser presente a tribunal para primeiro interrogatório e aplicação de medidas de coação, no Porto. A operação envolve ainda uma extensa ação de buscas, tanto domiciliárias como não domiciliárias, em residências, empresas e escritórios de advogados.
Detenções anteriores e contexto
Em março, já tinham sido efetuadas 10 detenções, entre 44 e 77 anos, incluindo três ex-administradores de insolvência, um advogado e seis empresários. Um dos ex-administradores encontra-se em prisão preventiva.
As buscas totalizaram 18, em casas, empresas e escritórios, com apreensão de documentação, material informático, dinheiro, artigos de luxo e viaturas de alta gama. Os investigadores procuram evidências sobre a criação de créditos fictícios e documentação forjada.
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