- A China foi o país que mais executou pessoas por pena de morte em 2025, segundo a Amnistia Internacional.
- A organização afirma que a China ordenou milhares de execuções para transmitir mensagens políticas de que o Estado não tolera ameaças à segurança pública, à estabilidade ou à ordem social.
- A Amnistia indica um aumento de 78% nas execuções judiciais a nível global em relação a 2024.
- Pequim afirma que a Amnistia tem preconceitos contra o país e não é fiável.
A China foi o país com o maior número de execuções por pena de morte em 2025, segundo a Amnistia Internacional. A organização aponta que milhares de pessoas foram executadas e que o país utiliza esta prática como ferramenta para manter mensagens de ordem pública, segurança e estabilidade.
A Amnistia Internacional afirma ainda que houve um aumento global de 78% no total de execuções em comparação com 2024. A entidade sustenta que o aumento decorre de políticas de endurecimento de autoridades em vários países, incluindo a China.
Reação de Pequim e contexto internacional
O governo chinês contestou as alegações da Amnistia, alegando preconceitos contra o país e questionando a fiabilidade da organização. A Amnistia mantém o monitoramento de casos e defende a divulgação de estatísticas sobre a pena de morte, embora reconheça limitações de dados em alguns países.
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