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Mais de 100 Nobéis exigem libertação de ativista Narges Mohammadi no Irão

Mais de 110 laureados apelam à libertação de Narges Mohammadi, em estado crítico após alegado ataque cardíaco, transferida para hospital em Teerã

Ativista está internada "em risco de vida" após alegado ataque cardíaco na prisão
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  • Mais de 112 laureados com o Nobel apelaram à libertação imediata de Narges Mohammadi, ativista iraniana e vencedora do Nobel da Paz.
  • Mohammadi está detida no Irão; foi transferida de ambulância, em estado crítico, para o Hospital Pars, em Teerão, no dia 10 de maio, após alegado ataque cardíaco.
  • Os signatários alertam que a vida da ativista pode estar em risco iminente e denunciam negação de tratamento médico durante meses.
  • A transferência para o hospital é temporária: Mohammadi deverá regressar à prisão quando o estado de saúde melhorar.
  • Mohammadi acumula mais de 40 anos de sentenças e foi recentemente condenada a quase oito anos de prisão.

Mais de 110 laureados com o Prémio Nobel apelaram à libertação imediata de Narges Mohammadi, ativista iraniana dos direitos humanos e vencedora do Nobel da Paz, que se encontra detida no Irão. O apelo exige a retirada de todas as acusações contra Mohammadi.

Segundo o comunicado divulgado pelos signatários, Mohammadi foi transferida, em estado crítico, para o Hospital Pars, em Teerão, no dia 10 de maio. A ativista foi encontrada inconsciente na cela após um alegado ataque cardíaco, com especialistas a avisarem para o risco de vida.

Os apoiantes destacam que Mohammadi já acumula mais de 40 anos de sentenças por defender os direitos das mulheres e criticar o regime iraniano. O grupo de Nobel inclui laureados das áreas de Química, Economia, Literatura, Medicina e Paz.

O texto dos signatários pede ação rápida por parte do governo iraniano e da comunidade internacional, sem detalhar medidas. O estado atual de Mohammadi e o destino da detenção não foram esclarecidos pela organização que publicou o apelo.

Contexto adicional aponta que Mohammadi foi recentemente condenada a quase oito anos de prisão, somando longos períodos de detenção ligados à sua atividade de proteção de direitos humanos. A situação tem gerado reação internacional e cobertura mediática.

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