- Os EUA realizaram novos ataques aéreos contra alvos militares iranianos junto ao estreito de Ormuz, alegando ameaça à navegação e às suas tropas na região.
- Segundo um responsável norte‑americano, o objetivo foi neutralizar supostas ameaças iminentes para as forças norte‑americanas e para o tráfego marítimo na rota.
- A fonte relatou também que os EUA teriam interceptado e abatido vários drones iranianos; as explosões começaram por volta das 23h de Portugal continental (1h30 locais).
- A agência iraniana Fars referiu três explosões a leste de Bandar Abbas, com os sistemas de defesa aérea ativos durante vários minutos.
- Estes ataques seguem‑se a bombardeamentos norte‑americanos na região de Bandar Abbas, Sirik e Jask, classificados como legítima defesa pelo Centro de Comando Central dos Estados Unidos, num contexto de cessar‑fogo ainda em vigor e de contactos diplomáticos entre Irão e Qatar em Doha.
Os Estados Unidos efetuaram novos ataques aéreos contra alvos militares no Irão, perto do estreito de Ormuz, na noite de quarta-feira. A operação visou neutralizar ameaças consideradas imminentes para as tropas e para o tráfego marítimo da região, segundo um responsável norte-americano que falou à Reuters.
Além disso, as forças dos EUA deram por abatidos vários drones iranianos, com as explosões a ocorrerem por volta das 23h em Portugal continental (1h30 locais do Irão). A informação foi avançada pelo mesmo interlocutor sob anonimato.
Segundo a agência iraniana Fars, houve três explosões a leste de Bandar Abbas, com os sistemas de defesa aérea ativos durante vários minutos. Teerão encara estas ações como uma violação do cessar-fogo que vigora há um mês e meio.
Contexto diplomático
Dias antes, Washington alegou ter bombardado alvos no Sul do Irão, incluindo zonas próximas de Bandar Abbas, Sirik e Jask. O Centcom descreveu os ataques como “legítima defesa” e apontou que teriam sido efetuados de forma contida para preservar o cessar-fogo.
Numa esfera diplomática, contactos em Doha entre representantes do Irão e do Qatar discutiram um possível entendimento com os EUA para encerrar o conflito. Em paralelo, Donald Trump afirmou, na Truth Social, que as negociações “estão a correr bem”, sem descartar novos ataques caso falhe o acordo.
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