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Teerão avisa EUA sobre resposta rápida e poderosa a nova agressão

Teerão avisa Washington de resposta rápida, decisiva e abrangente em caso de nova agressão, após Trump adiar ataque para favorecer negociações

As declarações surgem depois de Trump ter adiado um ataque contra o Irão previsto para hoje
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  • Teerão advertiu os EUA de uma resposta rápida, decisiva, poderosa e abrangente a qualquer nova agressão, afirmando que está em posição de maior preparação militar.
  • O aviso foi feito pelo major-general Ali Abdolahi, através da agência Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária do Irão.
  • O presidente dos EUA, Donald Trump, adiou por dois ou três dias um ataque ao Irão para facilitar negociações, segundo afirmou.
  • Ainda assim, Trump ordenou aos comandantes para estarem preparados para um ataque em grande escala a qualquer momento, caso não haja acordo aceitável.
  • As negociações entre Washington e Teerão prosseguem via Paquistão, mas não avançaram devido a divergências, principalmente sobre o programa nuclear iraniano e o estreito de Ormuz.

Teerão adver­tiu os EUA de uma resposta rápida e poderosa em caso de nova agressão. O aviso foi emitido pelo major-general Ali Abdolahi, chefe do quartel-general Jatam al Anbiya, por meio da agência Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária.

Trump adiou por curto tempo um ataque previsto contra o Irão, para permitir avanços nas negociações, segundo declarações de aliados árabes que pediram o atraso de dois a três dias.

Na mesma manhã, o presidente dos EUA afirmou, via Truth Social, que ordenou aos comandantes que permanecessem prontos para um ataque em grande escala caso não haja acordo aceitável.

Ismail Bagaei, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, disse que as negociações prosseguem com troca de propostas via Paquistão e que Teerão já respondeu às últimas considerações de Washington.

Contexto das negociações

As negociações entre Washington e Teerão para encerrar a guerra que começou a 28 de fevereiro não avançaram desde 11 de abril, em Islamabad, por divergências, nomeadamente sobre o programa nuclear iraniano e a situação no estreito de Ormuz.

As negociações ocorrem num quadro de tensão regional, com aliados árabes a envolver-se para persuadir Washington a adiar ações militares, enquanto Teerão continua firme na sua posição de defesa.

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