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Irão aponta mísseis a navios inimigos

Irão ameaça responder com mísseis a ataques a navios; o bloqueio de Ormuz eleva o preço do petróleo e compromete o abastecimento de aviação.

Mísseis balísticos iranianos
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  • EUA e Irão mantém confronto no Estreito de Ormuz, com ataque a dois petroleiros iranianos no Golfo de Omã.
  • Guardas da Revolução avisam que qualquer ataque a petroleiros iranianos terá resposta contundente contra interesses norte‑americanos e navios inimigos; mísseis e drones prontos para disparo.
  • Explosões foram ouvidas perto de Qeshm, Bandar Abbas e Teerão; EUA dizem que foram em retaliação a ataque iraniano contra três contratorpedeiros; Trump qualifica o incidente de “pancadinhas de amor”.
  • Faz um mês que os EUA impuseram bloqueio naval em Ormuz, dificultando a passagem de petroleiros de portos iranianos; Irão também bloqueia navios de aliados dos EUA.
  • A crise energética continua, com o preço do petróleo acima de 100 dólares por barril e escassez de jet fuel afetando centenas de voos.

O Irão avisou que poderá responder de forma contundente a ações dos EUA contra petroleiros iranianos. A declaração surge após a Marinha dos EUA ter atacado dois petroleiros no Golfo de Omã, no âmbito do Estreito de Ormuz. O episódio ocorreu numa escalada de tensões entre as duas potências na região.

Os Guardas da Revolução indicaram que qualquer ataque contra embarcações iranianas provocará retaliação contra interesses norte-americanos na região, bem como contra navios inimigos. O comandante da marinha dos Guardas, Majid Mousavi, afirmou que mísseis e drones estão preparados para ser usados, conforme ordem de disparo.

Reação de Teerão e contexto

Na quinta-feira anterior ocorreram explosões perto da ilha de Qeshm, no Estreito de Ormuz, e também em Bandar Abbas e em Teerão. Os EUA disseram que o ataque foi uma resposta a um ataque iraniano com mísseis e drones contra três contratorpedeiros norte-americanos no estreito.

Faz quase um mês desde que os EUA impuseram um bloqueio naval em Ormuz, impedindo a passagem de petroleiros de portos iranianos. Teerão tem igualmente impedido a circulação de embarcações de navios de países aliados dos EUA, aumentando a pressão no mercado global de energia.

O efeito no mercado tem sido uma escalada dos preços do petróleo, com o barril mantendo-se acima de 100 dólares. Além disso, a escassez de combustível para aviões tem levado a suspensão de voos por várias companhias, especialmente à medida que se aproximam as férias de verão.

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