- Uma reportagem do JN mostra Beirute, num bastião do Hezbollah em Haret Hreik, subúrbios da capital, onde Abu Hassan recorda os filhos.
- O homem ajoelha-se diante da fotografia de dois filhos sepultados no cemitério dos mártires da resistência.
- O filho mais velho morreu em 2008 em combate; o mais novo morreu num ataque de Israel em 2024.
- Os dois eram combatentes do Hezbollah; Abu Hassan afirma ter criado os filhos para a resistência e que também participa na resistência.
- Declara que lutam contra o inimigo israelita e contra os americanos.
Abu Hassan ajoelha-se diante das fotos dos seus dois filhos, colocadas numa das sepulturas do cemitério dos mártires da resistência, em Haret Hreik, nos subúrbios de Beirute. Um filho morreu em 2008, o outro num ataque de Israel em 2024.
O homem afirma ter feito um esforço intenso para criá-los e para que se juntassem à resistência. Diz sentir-se honrado por fazer parte da luta, descrevendo-se como membro da resistência.
Os filhos eram combatentes ligados ao Hezbollah. O pai destaca que a resistência luta contra o inimigo israelita e também contra os Estados Unidos, segundo a sua visão.
A visita ao cemitério encena a ligação entre a família, o movimento e a narrativa de combate que persiste na região, passada de geração em geração entre apoiantes e familiares.
A cerimônia ocorre num contexto de tensões regionais e de confrontos prolongados entre Israel e grupos armados no Líbano, com impactos diretos na população local.
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