- A Ucrânia afirmou que forças russas atacaram Odessa, na noite de 23 para 24 de abril de 2026, causando pelo menos dois mortos e mais de uma dezena de feridos.
- Os danos abrangeram habitações e infraestruturas civis, incluindo uma maternidade e várias escolas no centro histórico, com cortes de energia que afetaram milhares de pessoas.
- Mais de 140 operacionais estiveram mobilizados para combater incêndios e apoiar residentes deslocados; incêndios foram reportados em vários bairros, incluindo a zona portuária de Prymorskyi.
- As defesas antiaéreas interceptoram a maioria dos mais de 40 mísseis e drones lançados no ataque.
- Um drone atingiu um navio mercante com pavilhão de São Cristóvão e Neves junto à entrada do porto, causando incêndio, sem feridos entre os 22 tripulantes; Zelensky pediu reforço do apoio ocidental em matéria de defesa antiaérea.
O Ocidente da Ucrânia foi palco de um ataque russo na cidade portuária de Odessa, no Mar Negro, na noite de 23 para 24 de abril de 2026. Segundo autoridades ucranianas, o ataque matou pelo menos duas pessoas e feriu mais de uma dezena, incluindo civis. As forças russas lançaram mísseis e drones sobre a cidade.
As informações indicam danos significativos em habitações e infraestruturas civis, incluindo uma maternidade e várias escolas no centro histórico. Vários edifícios ficaram destruídos e cortes de energia atingiram milhares de residentes, expondo a vulnerabilidade de Odessa, importante porto de exportação de cereais.
Equipes de emergência deslocaram-se por toda a cidade para combater incêndios e apoiar deslocados durante a noite. Responsible locais indicaram que mais de 140 operacionais estiveram no terreno, e o Serviço Estatal de Emergência confirmou incêndios em bairros, incluindo a zona portuária de Prymorskyi. A defesa antiaérea interceptou a maioria dos mais de 40 mísseis e drones lançados.
Um drone atingiu um navio mercante com pavilhão de São Cristóvão e Neves junto à entrada do porto, provocando um incêndio a bordo, sem feridos entre os 22 tripulantes. O ataque reforça a pressão sobre o tráfico marítimo da Ucrânia, embora as exportações pelo Mar Negro continuem a ser uma prioridade para o país.
Contexto estratégico e respostas
O presidente Volodymyr Zelenskyy classificou o ataque como deliberado contra civis e pediu reforços no apoio ocidental às defesas antiaéreas. Autoridades locais destacam a continuidade das operações de resiliência portuária, apesar do risco permanente de novos ataques na região.
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