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EUA negam encerramento do Estreito de Ormuz

EUA negam encerramento do estreito de Ormuz, em meio a nova ofensiva contra o Irão e avisos de resposta que elevam a tensão regional

EUA iniciaram uma nova onda de ataques contra o Irão, que diz ter encerrado o estreito de Ormuz
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  • Washington negou que o estreito de Ormuz esteja encerrado, contrariamente ao que afirmou Teerão, após uma nova vaga de ataques dos EUA.
  • O Centcom informou que, nessa noite, navios comerciais continuavam a transitar para dentro e fora do estreito de Ormuz.
  • O Irão tinha avisado que atacaria qualquer embarcação que atravessasse o estreito e anunciou o encerramento do ponto-chave; a Guarda Revolucionária alegou ter disparado contra dois barcos, segundo Tasnim.
  • O presidente dos EUA, Donald Trump, e o secretário da Guerra, Pete Hegseth, ameaçaram retomar bombardeamentos; os EUA lançaram ataques adicionais de autodefesa contra múltiplos alvos no Irão.
  • Partes iranianas relataram explosões na costa sul, nomeadamente na ilha de Qeshm, Minab, Sirik e no porto de Bandar Abbas.

O estreito de Ormuz continua sob controlo diplomático tático, segundo Washington, que negou encerramento do corredor estratégico. O Centcom afirmou que, nesta noite de quarta-feira, navios comerciais prosseguiram normalmente pelas vias de passagem do estreito, entre abrigo e ameaça, sem interromper o tráfego.

O Irão, por seu lado, sustenta ter fechado o estreito para navios que tentem atravessar, como parte de uma resposta a tensões crescentes na região. A Guarda Revolucionária divulgou, via Tasnim, que disparou contra dois embaraços que tentavam atravessar Ormuz, numa leitura de retaliação.

Durante uma conferência de imprensa, figuras de alto nível dos EUA mencionaram que houve ameaças de retomar ações ofensivas caso o Irão persista. O ambiente manteve-se tenso desde o abatimento de um helicóptero norte-americano na terça-feira, que gerou uma nova rodada de ataques.

O Centcom informou, entretanto, que as Forças Armadas norte-americanas já conduzem ataques de autodefesa contra alvos no Irão, autorizados pelo Comando-Chefe. A declaração aponta para uma resposta às ações consideradas agressivas pelo Irão, no contexto de retaliação.

Relatos de meios iranianos descrevem explosões em áreas costeiras do Irão, incluindo a ilha de Qeshm, Minab, Sirik e o porto de Bandar Abbas. Ainda não há confirmação independente sobre danos ou pessoas feridas. Seguidores do conflito aguardam desenvolvimentos.

As ações militares sinalizam uma escalada rápida de tensão entre Washington e Teerão, com impactos a operações de navegação e comércio global. Autoridades de ambos os lados reafirmam a necessidade de evitar uma escalada maior, mediante medidas diplomáticas e de contenção.

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