- Os ministros da Defesa da União Europeia aceitaram alargar as atividades da operação naval Aspides para incluir o estreito de Ormuz.
- A nova extensão visa abranger a área no golfo Pérsico, descrita como uma zona cinzenta entre a guerra e a paz.
- Portugal ainda não decidiu se reforça a sua participação na operação.
- O movimento coincide com o Irão a expandir a zona do estreito de Ormuz.
- A alta representante da UE para a Política Externa arrancou o compromisso de dedicar mais meios à operação Aspides.
A alta representante da UE para a Política Externa e de Segurança comprometeu-se a reforçar os meios da operação naval Aspides. Os ministros da Defesa da UE concordaram em alargar as atividades da missão, originalmente no Mar Vermelho, ao estreito de Ormuz.
A decisão surge no mesmo dia em que o Irão expandiu a classificação da zona do estreito de Ormuz, já descrita como área operacional de importância militar, para efeitos de vigilância e resposta.
Portugal ainda não decidiu se reforçará a sua participação na operação Aspides, segundo fontes oficiais. O país tem estado a avaliar custos, contributos e impactos estratégicos antes de confirmar ou negar envolvimento adicional.
Ampliação da operação Aspides
A extensão da missão procura cobrir a entrada do Golfo Pérsico, numa área descrita como zona cinzenta entre guerra e paz. A UE pretende manter liberdade de navegação e preservar a segurança marítima em águas estratégicas.
A notícia foi anunciada de forma coordenada entre os países-membros, com foco em melhorar partilha de informações, cooperação militar e capacidade de resposta a incidentes no espaço oriental do Mar Vermelho.
Não houve indicação de prazos ou montantes orçamentais específicos, apenas o compromisso político de ampliar o alcance operativo da Aspides para além do Red Sea. A Reuters acompanhou o anúncio.
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