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Centenas protestam em Israel contra Netanyahu

Centenas de israelitas protestam contra Netanyahu em Telavive, Haifa e Jerusalém, exigindo democracia, paz com o Líbano e investigação sobre falhas de segurança

Centenas de israelitas manifestaram-se em várias cidades do país contra o Governo
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  • Centenas de israelitas realizaram protestos este sábado em várias cidades contra o Governo e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, exigindo mudanças políticas e um acordo de paz.
  • Em Telavive, na praça Habima, os manifestantes defenderam a democracia e um acordo de paz com o Líbano, exibindo citações de Isaac Rabin.
  • Mensagens como “a esperança está num acordo de paz, não num acordo judicial” foram usadas para criticar os processos judiciais que envolvem Netanyahu.
  • Houve concentrações em Haifa e Jerusalém, junto à praça Paris, perto da residência privada do primeiro-ministro.
  • Os protestos integram um ciclo iniciado com a reforma judicial de 2023 e a guerra em Gaza, com pedido de uma comissão estatal para investigar falhas de segurança associadas ao ataque do Hamas de 7 de outubro.

Centenas de israelitas realizaram hoje protestos em várias cidades contra o Governo e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, apelando a mudanças políticas e a um avanço de paz.

Segundo a organização Movimento de Protesto Pró-Democracia Israelita, os manifestantes concentraram-se na praça Habima, em Telavive, e defenderam a democracia e um acordo de paz com o Líbano.

Cartazes com citações de Isaac Rabin foram exibidos, incluindo mensagens que dizem que a violência corrói a democracia e que a esperança está num acordo de paz, não num acordo judicial.

Também houve concentrações em estradas e cruzamentos de várias regiões, incluindo Haifa e Jerusalém, perto da residência privada do primeiro-ministro.

As manifestações integram um ciclo que começou com a reforma judicial proposta pelo Governo em 2023 e reforçou-se durante a guerra em Gaza, com pedidos de uma comissão de investigação sobre falhas de segurança no ataque de 7 de outubro.

Os protestos sinalizam uma continuidade do movimento, mesmo com interrupções ocasionais durante o conflito com o Irão, mantendo-se detenções pontuais pela polícia em algumas ações.

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