- A presidente da Comissão Europeia defendeu que decisões da política externa da UE passem a ser aprovadas por maioria qualificada.
- A defesa foi feita numa referência aos bloqueios da Hungria, liderada por Viktor Orbán.
- Orbán foi afastado no domingo, após 16 anos à frente do Governo.
- A proposta visa simplificar a tomada de decisões na política externa da UE, reduzindo o poder de veto de estados.
A presidente da Comissão Europeia defendeu hoje que as decisões relativas à política externa da UE devem ser aprovadas por maioria qualificada. A fala surgiu numa referência aos bloqueios da Hungria, liderada por Viktor Orbán, que, segundo a informação, foi afastado no domingo após 16 anos de Governo.
A afirmação de Ursula von der Leyen aponta para uma mudança processual no funcionamento das decisões exteriores da União. A ideia é permitir que mais decisões avancem mesmo sem o consenso unânime entre os Estados-membros.
Não foram avançados detalhes sobre o calendário ou os mecanismos específicos para a implementação dessa mudança. A posição foi apresentada no contexto de debates sobre governança externa da UE e o papel do veto nacional nos processos decisórios.
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