- Esta terça-feira, no Jornal Nacional da TVI, Cristina Ferreira defendeu-se das críticas recebidas sobre declarações feitas no programa Dois às 10, no dia 14, sobre o caso de uma jovem violada por quatro influencers.
- Disse que, se tivesse escrito aquela pergunta, teria usado as palavras certas e recusou o pedido de desculpas, optando por falar em “lamento”.
- Explicou que a sua frase não foi um comentário, mas uma pergunta com a intenção de perceber a mente dos jovens criminosos.
- Ficou surpreendida por ter sido chamada de machista e questionou: “sou machista por querer entender a cabeça de um violador?”.
- Criticou o comunicado da TVI sobre o assunto e afirmou que não corresponde à sua forma de comunicar; mencionou que alguns colegas fizeram posts em vez de telefonarem para pedir explicação.
Cristina Ferreira não pediu desculpa, mas manifestou pesar pelas palavras que considera terem sido mal interpretadas. Em horário nobre, na TVI, a apresentadora defendeu-se das críticas intensas que lhe têm sido dirigidas nos últimos dias.
A defesa ocorreu no Jornal Nacional da TVI, onde a diretora de Entretenimento e Ficção explicou que, se tivesse escrito a pergunta, teria usado termos adequados. Reiterou que o que disse não foi um comentário, mas uma pergunta para entender a perspetiva dos jovens envolvidos.
A controvérsia tem origem num episódio do programa Dois às 10, no dia 14, sobre o caso de uma jovem violada por quatro influencers. A apresentadora questionou uma psicóloga presente sobre a reação dos jovens no momento de agir, sem avançar para juízos.
Cristina Ferreira afirmou que o objetivo era compreender o raciocínio por detrás da conduta desses jovens, não lançar uma condenação. Em entrevista a José Alberto Carvalho, revelou surpresa pela acusação de machismo dirigida a si.
A apresentadora também afirmou não ter concordado com o comunicado emitido pela TVI sobre o caso, sustentando que aquela não é a sua forma de comunicar. Questionada sobre as críticas, lamentou a ausência de chamadas de colegas para pedir explicações.
Na entrevista, a apresentadora destacou ainda que recebeu mensagens de apoio, mas que alguns colegas optaram por posts públicos em vez de ligar para esclarecer. A defesa de posição mantém-se firme, sem inclinar-se para pedidos de desculpa.
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