- A Comissão Europeia deve apresentar na próxima semana um conjunto de medidas para atenuar a crise energética.
- Entre as medidas está a imposição de um dia de teletrabalho obrigatório por semana, para empresas e organismos públicos, sempre que possível.
- Também se pretende tornar os transportes públicos mais baratos ou gratuitos.
- As propostas respondem ao aumento do preço do petróleo e do gás, provocado pela guerra no Irão e pelo encerramento do estreito de Ormuz.
- O pacote inclui apoio direto às famílias mais afetadas, com ajuda financeira, preços regulados temporários e reduções de impostos sobre a eletricidade.
A Comissão Europeia quer enfrentar a crise energética com um conjunto de medidas que deverá apresentar na próxima semana. Entre elas está a imposição de um dia de teletrabalho obrigatório por semana para empresas e entidades públicas, bem como a redução ou eliminação do custo dos transportes públicos. A proposta surge como resposta à escalada dos preços de energia.
Segundo o jornal El País e a agência Reuters, o pacote visa mitigar a escassez de combustíveis gerada pela tensão no Médio Oriente, com o encerramento do estreito de Hormuz a afetar o preço do petróleo e do gás. A presidente Ursula von der Leyen deverá apresentar o conjunto de medidas aos chefes de Estado e de Governo da União.
Medidas de implementação
A aplicação imediata inclui um dia de teletrabalho obrigatório, sempre que possível, para reduzir deslocações e consumo de combustível. A Comissão sugere ainda apoio direto às famílias mais afetadas pelo aumento dos preços da energia.
Apoio às famílias e tarifas
Entre as ações previstas estão a ajuda financeira específica, preços regulamentados temporários e reduções nos impostos sobre eletricidade para os consumidores vulneráveis. O objetivo é atenuar o peso económico da crise energética para cidadãos e empresas.
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