- Gonçalo Ramos foi o herói da reviravolta frente à Croácia, marcando o golo decisivo vindo do banco.
- O jogador disse que o sucesso não é sorte, destacando estar sempre preparado e focado para entrar no momento certo.
- Trocou de camisola com Petar Musa e elogiou o colega, referindo-o como uma pessoa muito boa.
- Relembrou Diogo Jota no aniversário da morte e disse que a mensagem o inspira a seguir em frente.
- Comentou a derrota de deslocação a Toronto com muitos adeptos, e apoiou as quatro substituições de Roberto Martínez aos 63 minutos.
Gonçalo Ramos foi o herói da reviravolta da seleção portuguesa frente à Croácia, em Toronto, num jogo disputado com milhares de adeptos na bancada. O avançado brilhou ao surgir do banco e marcar o golo decisivo que garantiu a vitória.
Na zona mista, Ramos reiterou que está sempre preparado e que o esforço é reconhecido quando o trabalho é recompensado. Disse que o golo não pode ser visto como sorte e destacou o foco e o limite a que se entrega diariamente.
O jogador trocou a camisola com Petar Musa, antigo colega de balneário no Benfica, e elogiou a sua qualidade. Também mencionou Diogo Jota, lembrando a homenagem pelo aniversário da morte do jogador, que o inspira diariamente.
É significativo notar o apoio dos adeptos no Canadá. Ramos sublinhou que a presença de dezenas de milhares em Toronto faz a equipa sentir-se em casa e aumenta a crença nos momentos decisivos.
Substituições sobressaíram aos 63 minutos. Ramos concordou com a opção de Roberto Martínez, afirmando que a equipa precisava de pressão e de ser mais eficaz a finalizar, resultado que se confirmou no desfecho do encontro.
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