- Vinícius Júnior quer manter a luta contra o racismo e inspirar jovens negros.
- Em entrevista aos Estados Unidos, no programa Domingão com Huck, emocionou-se com uma mensagem da avó.
- Abordou a Lei Prestianni, criada após o caso com Prestianni durante a visita do Real Madrid ao Benfica.
- A Lei Prestianni vai ser aplicada pela primeira vez no Mundial de 2026.
- Miguel Amirón, do Paraguai, foi expulso por dirigir palavras a um jogador turco enquanto tapava a boca com a mão.
Vinícius Júnior reforçou a importância das ações extracampeonato na luta contra o racismo. Em entrevista ao programa Domingão com Huck, transmitido a partir dos EUA, o avançado da Seleção Brasileira correu para agradecer a mensagem recebida da avó e comentou sobre a chamada Lei Prestianni.
O jogador explicou que conquistas fora do relvado ajudam mais pessoas e que a evolução é lenta, mas contínua. Para ele, é essencial que a próxima geração não sofra com o racismo, especialmente jovens negros que não têm voz. O objetivo é facilitar mudanças reais, não apenas resultados desportivos.
A Lei Prestianni, criada após o caso envolvendo o jovem Prestianni numa visita do Real Madrid ao Benfica, entra em prática pela primeira vez no Mundial de 2026 em lutas anti-racismo. Em campo, o recurso já foi aplicado para moderar comportamentos injuriosos.
Aplicação prática da lei
Miguel Amirón, do Paraguai, foi expulso por proferir palavras a um jogador turco, ao mesmo tempo que tapava a boca com a mão. O incidente ilustra como a norma pode ser acionada para condutas inadequadas. O regulamento visa coibir comportamentos discriminatórios em eventos internacionais.
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